sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Histórico de Dilma Roussef

Dilma Vana Rousseff Linhares, teve uma militância política intensiva na época da guerrilha armada, tendo atuado ao lado de Carlos Lamarca e Iara Iavelberg, de quem era amiga e confidente. Nascida em Belo Horizonte, em 14 de dezembro de 1947, veio de uma família abastada de imigrantes búlgaros. Até os quinze anos, freqüentava um colégio conservador, em que alunos e professores falavam francês entre si. Nesta ocasião, trocou o colégio por um estadual. Foi na escola pública que encontrou manifestações políticas, sendo atingida pelas ideologias de esquerda.
Já como militante de esquerda, ela passou pelos anos sessenta por várias organizações clandestinas, como a Política Operária (POLOP), a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) e o Comando de Libertação Nacional (COLINA). Usou vários codinomes, entre eles, Estela, Vanda e Luísa.
A principal ação deflagrada por Dilma Rousseff teria sido o assalto ao cofre pertencente ao ex-governador de São Paulo, Adhemar de Barros, em 1969. Ela, ao lado de Carlos Franklin Paixão (que se tornaria o pai da sua única filha), teria sido a coordenadora do plano, que durou 28 minutos, trazendo um cofre com dois milhões e seiscentos mil dólares. O casal coordenou todos os detalhes do assalto, mas Dilma Rousseff não participou fisicamente da ação. Já ministra do governo do presidente Lula, Dilma negou em uma entrevista para a televisão, ter participado na famosa ação da esquerda guerrilheira.
Em outra ação, ela teria ajudado o capitão Lamarca a roubar uma Kombi de dentro do quartel do exército, em Osasco, cheia de fuzis. Segundo depoimentos de companheiros da época, Dilma tinha como função indicar o tipo de armamento que deveria ser usado nas ações, informando onde poderiam ser subtraídos, além de acumular a função de passar as orientações de comando aos companheiros.
Em 1969, Dilma Rousseff teria coordenado e organizado três ações de roubo de armas aos quartéis do Rio de Janeiro. Foi presa em janeiro de 1970, permanecendo no cárcere até 1973, onde conta, ter sofrido várias torturas.
Dilma Rousseff foi empossada como ministra das Minas e Energia do governo Lula, em 2003. Com a queda do então poderoso ministro José Dirceu, ela assumiu o ministério da Casa Civil, tornando-se a mulher mais poderosa do governo. Com a queda das lideranças históricas do Partido dos Trabalhadores (PT), todos envolvidos em escândalos de corrupção, tornou-se a candidata natural à sucessão de Lula na presidência, em 2010. Em 2006 conseguiu que a Comissão Especial de Reparação da Secretaria de Direitos Humanos do Estado do Rio de Janeiro aprovasse uma indenização pelas torturas que sofrera durante o regime militar.
Dilma Rousseff mantém sempre uma obscuridade de quais foram as suas ações durante a guerrilha urbana, evitando sempre o assunto. Quanto à tortura e militância, jamais escondeu, pelo contrário, sempre soube tirar proveito político do seu passado em organizações de esquerda.

3 comentários:

  1. O Brasil até merecia uma Mulher para presidente, mas essa é ladra e assassina.O Lula desrespeita e joga no lixo a constituição, mas os verdadeiros fichas limpas seria o povo, se não fosse tão igual a eles.
    Abraços

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  2. Até você está nessa!?
    que tristeza.....
    Bruno

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  3. Não se iluda pensando que ela é santa!

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